domingo, 9 de novembro de 2008

BRINCADEIRAS











Brincadeiras - Faixa etária: 7 e 8 anos


NOME:
A BOLA DO GUARDA
MATERIAL: Bola
LOCAL: Quadra

Formação: círculo

Organização: alunos em círculos um ao centro com a bola

Execução: ao sinal, o que está no centro, atira a bola para um do círculo que rapidamente deve colocar a bola no centro e sair ao seu encalço. Se conseguir pega-lo, passará ao centro e reiniciará o jogo. Correr apenas dentro do círculo.


NOME:
AI VAI O GANSO
LOCAL: Pátio e quadra

Formação: fileira

Organização:

Execução:o primeiro virando para o seguinte e dizendo: “Ai vai o ganso”. O segundo dirá “Que ganso?” Ao que o primeiro responde: “O ganso”. O segundo fala: ... ah... o ganso. A pergunta será repetida e assim sucessivamente. Assim corre-se todas as fileiras.

NOME:
APANHAR O LENÇO
MATERIAL: Lenço
LOCAL: Quadra

Formação: fileiras

Organização: duas fileiras numeradas frente a frente, separadas mais ou menos 10 metros

Execução: o professor chamará um número. Os alunos correspondentes ao número chamado deverão correr ao centro, tentando levar o lenço consigo. Se o adversário não o tocar, sua equipe terá dois pontos, se for tocado, terão somente 1 ponto. Vencerá a equipe que obtiver maior número de pontos em determinado tempo ou quem chegar a um determinado no primeiro.


NOME:
AVIÃO PEGADOR
LOCAL: Quadra e gramado

Formação: livre

Organização: os alunos livremente na quadra. Um deles será o pegador e tomará a posição de braços elevados lateralmente imitando o avião.

Execução: ao sinal o aluno pegador deverá tocar os companheiros e estes para evitarem ser pegos, ficarão em um só pé com os braços elevados lateralmente.


NOME:
BATATA QUENTE
MATERIAL: Lenço
LOCAL: Quadra, pátio, sala

Formação: círculo

Organização: dá-se nó em um lenço que passa a ser a batata quente ao outro. Os alunos sentam-se em círculo, ficando um em pé ao centro.

Execução: ao sinal, o aluno do círculo atira a batata quente ao outro e assim sucessivamente. Enquanto o fazem com a maior rapidez possível, o do centro procurará apanha-la. Se conseguir trocará de lugar com o aluno que arremessou.


NOME:
BOLA AO CENTRO
MATERIAL: Bola
LOCAL: Quadra, gramado

Formação: 2 círculos concêntricos

Organização: os alunos do círculo central serão nº 1 e os de fora nº 2. Uma bola ao centro

Execução: ao sinal, os números 2 correrão em círculo, e ao chegarem no seu par, passa por entre as pernas do companheiro e tentam pegar a bola. O que conseguir receberá 5 pontos e trocará de lugar.


NOME:
BOLA AO CÍRCULO
MATERIAL: Bolas
LOCAL: Quadra e pátio

Formação: Círculos

Organização: dois círculos distantes 3 m um do outro. Será designado um aluno em cada círculo para serem os iniciantes do jogo, estando os mesmos com a bola na mão

Execução: ao sinal, os alunos iniciantes passarão a bola ao colega da esquerda que dará prosseguimento aos passos. Quando a bola chegar novamente ao iniciante será marcado um ponto: Vencerá o círculo que primeiro fizer 10 pontos.


NOME:
CABEÇA PEGA RABO
LOCAL: Pátio

Formação: colunas

Organização: de pé, 2 ou mais colunas, segurando na cintura do colega da frente

Execução: ao sinal os primeiros alunos das colunas tentarão pegar o último (rabo) e estes não permitirão se esquivando. Não poderão arrebentar as colunas. Vencerá a coluna que conseguir pegar o rabo, por último.


NOME:
CASA DO CACHORRO

Formação: círculos

Organização: alunos formando 2 círculos concêntricos, sendo o de fora com um aluno a mais. Os círculos andarão em sentido contrário.

Execução: ao sinal os dois círculos param, os alunos afastam as pernas e os de trás colocam a cabeça entre as pernas dos que estão à sua frente. O aluno que sobrar pagará prenda no final.


NOME:
COCADA
MATERIAL: Faixas, bolas
LOCAL: Quadra, gramado

Formação: 2 círculos concêntricos

Organização: 2 a 2 frente, sendo 2 alunos de posse da bola

Execução: passar a bola em zig-zag aos companheiros de sua equipe. Ao chegar ao ponto de partida marca um ponto. (Numera-se os dois círculos, intercalam-se de forma que os nº pares fiquem dentro e os ímpares fora, passa-se a bola aos companheiros de equipe).


NOME:
CROQUET
LOCAL: Quadra, gramado

Formação: 2 colunas

Organização: duas colunas frente a frente nas extremidades da quadra sendo equipe A e B. entre as colunas estarão dispostos 8 alunos de grande afastamento lateral.

Execução: ao sinal, o 1º alunos de cada equipe deverá passar entre as pernas do companheiro descrevendo um zig-zag. Voltarão a coluna saindo o seguinte. Vencerá a equipe que completar a tarefa em primeiro lugar.


NOME:
ELEFANTE VOA?
LOCAL: Sala, quadra

Formação: círculo

Organização: alunos em círculo

Execução: o professor pergunta se determinados bichos voam. Se voam, os alunos deverão responder: voa e fazerem gestos com os braços. Ex.: Galinha voa? Pássaro voa? Elefante voa? O aluno que cometer algum engano pagará prenda no final.

terça-feira, 14 de outubro de 2008









segunda-feira, 13 de outubro de 2008












quinta-feira, 9 de outubro de 2008




quarta-feira, 8 de outubro de 2008










RECORTE E MONTE LINDOS CENÁRIOS COM SEUS ALUNOS
































terça-feira, 7 de outubro de 2008

Criações da Amiga Luciana Soares!








domingo, 5 de outubro de 2008

LEMBRANCINHA PARA PÁSCOA























FAÇA UMA BELA LEMBRANCINHA PARA EBD






DESENHO PARA MATERNAL - ZACARIAS










IMPRIMA ESTE LINDO ANJINHO EM PAPEL 180GR , RECORTE E ENFEITE COM SEUS ALUNOS














Atenção com o uso de fotos e vídeos de seu filho na Internet

Atenção com o uso de fotos e vídeos de seu filho na Internet

Atenção com o uso de fotos e vídeos de seu filho na Internet
Pedófilos têm criado comunidades no orkut e fóruns em que listam e trocam fotos e vídeos de crianças. As mamães e papais corujas que colocam vídeos no youtube de seus filhos tomando banho devem ficar atentos.

Decoração em geral

Princípios básicos para decoração e montagem

Sala Jardim Infância - 3 a 6 anos

Para a montagem e decoração da classe do jardim a ornamentação deve ser alegre, independentemente do tema que você escolha.

Flores, peixes, animais, árvores, céu, pássaros são sempre bem-vindos.

Se você dispuser de algum material sobre o local beneficiado com as ofertas (no caso da igreja Adventista) poderá também utilizar.

Os quadros devem ser baixos, na altura em que a meninada possa, com facilidade, colocar figuras...

As cadeiras devem ser confortáveis, e que permitam que eles coloquem o pé no chão (altura).

Quanto à utilização de bancos para vários alunos ou cadeiras individuais, vai ao seu critério. O importante é a altura e que sempre tenham encosto.

Se não possui piano ou teclado, use cd, K7 ou mesmo cante a capela. A música é importantíssima na classe.

Os desenhos para pintura (se for o caso), deve ser grandes, sem muitos detalhes...

Se houver algo mais em que eu possa ajudá-la, por favor me avise.

Há a possibilidade de montar um cenário para cada classe de seu departamento, variando as histórias...

Para 6 – 8 anos

Decoração em geral

Decoração da Sala

Se forem figuras bíblicas, devem ser normais e preferencialmente grandes.

Para as decorativas melhor se forem sem muitos detalhes. quanto menor a idade, menos detalhes deve haver nas figuras.

Tenha somente o cuidado de não colocar desenhos de figuras "que falam" tipo sol com boca, árvore com boca. Não é aconselhavel. Seres da natureza que não falam, não falam.

Isso pode levar as crianças ao costume errado de esperar que árvores falem (o que os pode levar ao espiritismo disfarçado), muito comum em desenhos animados.


Ensinando pequeninos (bem pequenos) a orar






















As crianças devem ter o privilégio de aprender a falar com Deus. Este privilégio elas podem ter, tão logo consigam balbuciar as primeiras palavras. Ensinai as crianças a proferir suas simples palavras de oração. Dizei-lhes que Deus se deleita em que elas clamem e Ele.” Conselhos a Pais e Professores, de Ellen G. White, CPB, pág. 98.


Que o professor e pai apresente à criança um assunto, um motivo pelo qual orar, fazendo-as repetir umas poucas palavras muito simples, com você ou após você. Isto as ajudará a iniciar cedo sua vida espiritual, enchendo-a de confiança ao se dirigirem a Deus e com Ele conversarem.


Para ajudar as crianças a saberem pelo que orar e para que elas se interessem pelo assunto pelo qual devem orar, mostre (mais não mais que isso) duas figuras a fim de ilustrar aquilo que ela deveria incluir em sua oração.

Peça a seus filhos / duas crianças que venham à frente; dê a cada uma delas uma figura que possam segurar e para qual possam olhar por alguns segundos ou mesmo um minuto.

Então converse com as crianças primeiro com as duas, depois inclua as demais na conversa / no culto do lar, sobre o assunto pelo qual vocês gostariam de orar a Deus, nesse dia.

Se a criança não for capaz de orar por si mesma, sozinha, peça a ela que repita, após você, uma oração bem curta, mencionando especificamente o que foi sugerido pelas figuras.

Reúna figuras que variarão de quando em quando (2 de cada vez). Antes de se ajoelharem para a oração retire as figuras da visibilidade.

As orações deveriam ser curtas. “Um ou dois minutos são o suficiente para qualquer oração normal ou comum”. Testemonies, vol. 1, pág. 581

Nosso vocabulário, aquele que usamos ao orar, deveria ser tão simples que as crianças sejam capazes de compreender palavra por palavra, unindo-se a nós no espírito de adoração. Muitas vezes nos esquecemos disso e professores oram apenas para outros professores.

“Porque, se eu orar em outra língua estranha (desconhecida) meu entendimento fica sem fruto”. (I Cor. 14:14).

Que é uma língua estranha para uma criança? Por certo é o uso de palavras e frases que ainda não fazem parte de sua experiência.

Tais palavras e frases como, por exemplo “campos estrangeiros”. “campos brancos para ceifa”, “misericórdias concedidas”, “guarda-nos de danos e perigos” etc. Tais palavras não expressam absolutamente necessidades pessoais e nem interesses de crianças menores e será muito certo que é difícil interessar-se alguém em palavras que não lhe façam sentido, que nada queiram dizer


A oração tem que vir do coração. Têm que fazer sentido. Ser real.

Trabalhe com seus filhos / seus alunos a confidenciarem seus assuntos, dúvidas, conflitos e problemas com Jesus.

Transmitam a confiança em Jesus e o Seu cuidado por cada um de nós, como se fôssemos únicos.

É a oração algo de real para você?

Então faça com que ela seja real para os seus alunos.

É a oração uma força dinâmica em sua vida e experiência diária?

Talvez devamos parar e fazer atenção à nossa própria vida de oração, antes de ensinarmos nossos alunos e filhos a orar...

Sua atitude para com oração os convencerá muito mais do que suas palavras.

Sua atitude, seu exemplo os ensinará a cedo começarem sua vida com Deus.

Alice Lowe – Worker – Journal of Sabbath School Action – Julho de 1975 – Adapted



sábado, 4 de outubro de 2008
































Para o Maternal





































Olha que linda a família com rolos de papel higienico






Para imprimir clique no desenho, logo após clique imprimir













sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Sadrak, Mesaque e Abdenego
















































Cliparts

r




































Pedidos de oração (distribuir entre quatro crianças para o momento de oração):
1) Pela paz no Timor-Leste;
2) Por um lugar onde os missionários possam começar um projeto social;
3) Pela salvação de vidas timorenses;
4) Pela família missionária (saúde emocional e espiritual).



4) Momento de oração
Convidar as crianças para orar pelos pedidos do missionário da carta. Separar crianças para orar
de acordo com o número de pedidos de oração.




5) Momento inspirativo
Música especial feita por uma criança (cantada ou instrumental) ou uma poesia, com ênfase missionária.
CORINHO DE MISSÕES




POSSO SER UM MISSIONÁRIOZINHO SE FALAR DE CRISTO AOS MEUS COMPANHEIRINHOS,


POSSO TRABALHAR FELIZ, CONTENTE ENVIA-ME SENHOR.




6) Momento de estudo
Chamado de todos, missão de cada um.
· Para despertar o interesse – Chamar cinco crianças à frente e dar a seguinte missão: apertar a mão e dar um abraço em todas as pessoas que estão na sala. Depois da tarefa, perguntar à classe se a missão foi cumprida, se todas as pessoas receberam um aperto de mão e um abraço. Se alguém deixou de fazer sua parte, a missão não foi totalmente cumprida.
· Seguir o estudo, no final destacar que nos próximos estudos eles descobrirão como cumprir a missão que Jesus, mesmo sendo crianças.


7) Momento de memorizar a Palavra de Deus
Versículo do dia: Romanos 5.8.
·VERSÍCULO ESPELHADO – Recortar a ilustração, colar numa cartolina ou papel cartão, para dar mais resistência. Apresentar o versículo através de um espelho. Convidar as crianças, uma a uma, para lerem no espelho. Mesmo aquela que ainda não sabe, convide-a para ver no espelho e leia o versículo para ela.


8) Momento da atividade do estudo
Providenciar cópias das atividades do estudo 1.




9) Momento da gincana missionária.

Dividir a classe nas três equipes, sortear os nomes das equipes (Japão, China e Timor-Leste). Tarefa para o próximo culto: cada equipe vai pesquisar sobre o seu país e apresentar as informações da maneira que quiser: cartaz, peça, música. Combinar a pontuação da tarefa.


10) Momento final
Apresentar o Painel de Ofertas e as sandálias que serão colocadas com o nome de cada criança que entregar sua oferta .


MATERIAL NECESSÁRIO PARA A REUNIÃO:
carta dentro de um envelope; versículo ilustrado;
espelho; cópias das atividades; cartaz da gincana
missionária; cartaz de ofertas.




Ideal para de 2 a 5 anos

Decorando versos bíblicos

Ideal para de 2 a 5 anos

Nunca é cedo demais!

Assim que aprendem a falar, as crianças também devem começar a memorizar versículos bíblicos. Esta atividade é muito importante na Escola Dominical, porque é essencial para a formação espiritual das crianças — o que deve acontecer o mais cedo possível.
Com as crianças pequenas é importante que o trabalho de memorização seja feito com calma; inicie com versículos bem curtos. Mostre onde o versículo se encontra na Bíblia e chame as crianças para “ajudarem” na leitura. Converse com a classe sobre o versículo e repita-o várias vezes.. Por exemplo, ao ensinar o Salmo 100.1:
“Celebrai com júbilo ao Senhor...”, explique que Jesus fica muito feliz, quando cantamos para ele; mande então que repitam o versículo todos juntos. A seguir, cantem um corinho e diga:
“Acabamos de cantar para Jesus e isso o deixou muito feliz. Agora vamos repetir o versículo”.
Com crianças de dois e três anos, comece o trabalho de memorização com “palavras bíblicas”. Ou seja, com frases curtas ou idéias que ensinem preceitos cristãos, embora não usem as palavras exatas da Bíblia. Exemplos: “Deus me ama”, “Jesus é meu amigo”, “Jesus me ama” etc. Confira a seção “Versículos para crianças de 3 a
6 anos” no fim deste livro. - - -
Outra maneira eficiente de ensinar a Bíblia crianças dessa idade, e facilitar-lhes a compreensão, é por meio de figuras e cartazes que ilustrem o que o versículo está dizendo. Esse tipo de material visual pode ser usado à vontade, no ensino de versículos aos pequeninos. Algumas sugestões:
Confeccione coraçõezinhos de cartolina ou papel fantasia vermelho; perfure-os na beirada do meio e passe uma fita vermelha. Escreva “Deus é amor” (lJoão 4.8) nos corações e pendure-os no pescoço das crianças.

Reproduza o molde da figura 18-2 e faça uma ovelha para cada aluno. Cubra as ovelhinhas com algodão; escreva o nome das crianças em etiquetas e pendure-as com uma fita no pescoço das ovelhas. Use os animaizinhos ao ensinar João 10.14: “Eu sou o Bom Pastor, e conheço minhas ovelhas”, ou “Jesus é o Bom Pastor”.
Use marionetes para ensinar o versículo e depois peça que as crianças o repitam junto com o boneco.
Ao trabalhar com crianças pequenas, certifique-se de que estão mesmo entendendo o versículo e que ele é parte da Bíblia. (Ao lecionar, use a Bíblia — não a revista da EBD —‘ mesmo que seja preciso reduzir ou cortar o material, para que caiba dentro da Bíblia. Ao contar histórias biblicas ou ensinar versiculos, esconda as ilustrações ou figuras na Bíblia e vá tirando-as, à medida que precisar. Isso reforçará nas crianças o fato de que a história ou o versículo é da Bíblia, o Livro de Deus.)

Figura 17-1

Figura 18-1 ovelha

A Bíblia diz em Provérbios de Salomão capítulo 22 versículo 6 (Ling de hoje):

Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele.

Para que, quando adultos como está escrito no livro de Efésios capítulo 4 versículo 14: Então não seremos mais como crianças, arrastados pelas ondas e empurrados por qualquer vento de ensinamentos de pessoas falsas.

Decorar versos bíblicos (eu vou repetir DECORAR / MEMORIZAR) é uma forte arma a favor do aprendizado da Bíblia.

Memorização de versículos

















Memorização de versículo

Memorizar Versículos

Jogo do Eco
O Professor diz o verso; a turma toda ecoa.
O professor então deve dizer alguma característica, por exemplo: olhos azuis, os meninos, as meninas, cabelos castanhos - assim ao dizer o verso, somente as crianças que tem a característica mencionada devem ecoar o versículo.

Com Bola
Forme um círculo com as crianças e deixe que joguem uma bola entre si; ao comando do professor, devem parar o jogo e aquela que estiver com a bola deve dizer o versículo (pode-se estipular que a criança que está de cada lado da que tem a bola deve dizer o verso também).

Esconde-esconde
Escreva cada palavra do verso em um pedaço de papel ou outro objeto. Divida a turma em 2 grupos. Um grupo esconde as palavras e o outro deve encontrá-las e arrumar o versículo. Para dificultar você pode acrescentar algumas peças com palavras que não fazem parte do versículo daquele dia.

Com fantoches
Um fantoche deve dizer o verso com alguns erros e perguntar as crianças "Acertei?". As crianças o corrigem e dizem o verso correto; o fantoche tenta novamente e erra em outro trecho; sendo novamente corrigido. Repita algumas vezes, mas pare antes que as crianças enjoem da brincadeira.

Seu mestre mandou...
Seu mestre mandou: falar o versículo enquanto pula; falar o versículo segurando a ponta do nariz; com a mão no joelho; fazendo caretas; etc..

Casas numeradas
Desenhe com giz, uma "casa" no chão para cada criança; numere de 1 a 6, mesmo que os números se repitam. Toque uma música e enquanto isso as crianças devem passear ou dançar. Ao parar cada criança deve ocupar uma casa (não pode ter mais de uma criança em cada casa). Peça a uma delas que jogue um dado (você pode fazer um bem grande com uma caixa de papelão ou pedaço de espuma firme) e as crianças que estiverem na casa com o mesmo número do sorteado devem falar o versículo.

Apague uma palavra
Escreva o versículo todo no quadro. Leia com as crianças o versículo todo. Apague uma palavra, leia novamente, apague outra palavra, e assim sucessivamente até apagar tudo.
Você pode pedir que as crianças venham ao quadro para apagar ou apagar mais de uma palavra de cada vez de acordo com a dificuldade do verso.
Variação - apagar letras
Escreva o versículo todo no quadro. Leia com as crianças o versículo todo. Peça as crianças que escolham uma letra e apague-a de todas as palavras onde ela aparece. Pode ser mais fácil para crianças pequenas, que embora ainda não estejam alfabetizadas, já reconhecem algumas letras soltas

A ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS - EBF




















A ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS - EBF

INTRODUÇÃO

A Escola Bíblica de Férias - EBF, são classes bíblicas consecutivas nas férias escolares. Poderão ser aplicadas durante as férias escolares no mês de junho ou no final do ano. Como no final do ano as férias escolares são prolongadas e muitas famílias viajam para as festas de Natal e Ano Novo, ou saem para veraneio a EBF se torna quase inviável. Deste modo o melhor período é o do meio do ano quando as pessoas não programam viagens, principalmente por causa do inverno.

1. OBJETIVO

1.1 Evangelização

1.2 Crescimento espiritual

1.3 Serviço cristão

2. VANTAGENS

2.1 É mais do que 4 meses de Escola Dominical

2.2 É ensino intensificado

2.3 São novos alunos para a Escola Dominical

2.4 É crescimento espiritual para os alunos da Escola Dominical

2.5 É oportunidade de serviço para os membros da Igreja

3. DURAÇÃO

3.1 Uma semana

3.2 Duas horas e meia por dia

4. LOCAL

4.1 Na Igreja

4.1.1 A Igreja ajuda financeiramente

4.1.2 A Igreja ajuda com o pessoal

4.1.3 A Igreja ajuda com a divulgação

4.1.4 É um meio de ligar a criança à Igreja

5. DIVULGAÇÃO

5.1 Despertando o interesse de toda a Igreja

5.1.2 Reuniões de oração

5.1.3 Anúncios nos boletins

5.1.4 Cartazes

5.2 Convites

5.2.1 Convidar de casa em casa

5.2.2 Convidar nas escolas públicas

5.2.3 Convites para as crianças

5.2.4 Convites para os pais participarem da programação de encerramento

6. MATERIAL

6.1 Chapeuzinhos com as iniciais da EBF

6.2 Prêmios

6.3 Histórias específicas

6.4 Cânticos específicos

7. EQUIPES

7.1 Professores de crianças, adolescentes e adultos da EBF

7.2 Seminaristas

7.3 Estudantes

7.4 Senhoras

7.5 Pessoas aposentadas

8. PROGRAMA DIÁRIO

8.1 Entrada das crianças

8.2 Hino Oficial

8.3 Divisa

8.4 Tema

8.5 Leitura da Bíblia (1 ou 2 versículos)

8.6 Oração (Curta e simples)

8.7 Cânticos com gestos (visualizados, novos)

8.8 Período missionário

8.8.1 História Missionária (em capítulos)

8.8.2 Oração por missionários

8.8.3 Oferta missionária

8.8.4 Visão missionária

9. MEMORIZAÇÃO DE VERSÍCULOS BÍBLICOS (Variando os métodos)

9.1 Explique o versículo

9.2 Aplique-o à vida dos alunos

9.3 Distribua lembretes com versículos escrito

10. DIVISÃO EM CLASSE

10.1 Brincadeiras

10.2 Louvor (corinhos)

10.3 História Bíblica (apelo)

10.4 Trabalho manual

10.5 Lanche na salinha

10.6 Retorno à Igreja

11. ENCERRAMENTO DIÁRIO

11.1 Cânticos

11.2 Tema

11.3 Divisa

11.4 Avisos

11.5 Concurso de presença e visitas

11.6 Hino Oficial

11.7 Saída em fila, por classes

12. PROGRAMA DO DIA DO ENCERRAMENTO

12.1 Cânticos

12.2 Palavra do Coordenador

12.3 Tema

12.4 Divisa

12.5 Apresentação das diversas classes

12.6 Cânticos

12.7 Entrega dos diplomas

12.8 Entrega dos prêmios

12.9 História bíblica com aplicação

Augusto Bello de Souza Filho

Bel em Teologia

Lâmpada para os meus pés... Salmo 119.105





















“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho” (Salmo 119.105).


I - A Bíblia em suas mãos.

Dê uma olhada rápida neste livro que está em suas mãos. Provavelmente, veio à sua mente a pergunta: o que é a Bíblia? Para você descobrir a resposta, primeiro, tem de entender que este vocábulo quer dizer “livros”. Isto é, vários livros juntos em um só. Há uma página em sua Bíblia, logo nas primeiras folhas, onde estão escritos os nomes de todos os livros que a formam. Procure-a e dê uma lida neles. Não se preocupe, se alguns deles forem estranhos e difíceis para se ler pela primeira vez.
Bem cedo, em sua vida cristã, você concluirá que não se pode ser crente sem a Palavra de Deus. Por isso, os autênticos cristãos carregam, lêem e estudam a Bíblia.
A Bíblia é a Palavra de Deus, porque, através dela, o Senhor se dá a conhecer aos homens. Isto se chama revelação divina.
Deus fala conosco através da Bíblia. Lendo-a, você começa a conhecer o Senhor, a entendê-lo e a obedecer às orientações dele para a sua vida particular e participação na igreja da qual você faz parte.
A revelação de Deus, a qual se encontra na Bíblia, foi escrita por cerca de 40 pessoas, em dois idiomas, o hebraico e o grego, bem diferentes do português.
Isto aconteceu há muitos anos. Uns eram profetas, outros reis, sacerdotes, pescadores, criadores de gado e até cobrador de impostos. Deus escolheu estas pessoas e as usou, apesar das suas imperfeições e seus diferentes conhecimentos da vida humana. Este é o lado maravilhoso da Bíblia. Apesar dos livros serem escritos por pessoas diferentes, em épocas em épocas bem distantes, e depois unidos num livro só, a Bíblia é completa e perfeita em unidade e harmonia.
Deus inspirou estas pessoas para escreverem a Bíblia, capacitando- as a receber e transmitir o ensino sem mistura ou erro. A inspiração divina é também a garantia de que as pessoas escolhidas escreveram apenas o que Deus queria, sem os sinais das fraquezas e dos erros, próprios da natureza humana. Leia a seguir o que disse Paulo, um dos escritores da Bíblia. Ele falou: “Toda a Escritura é divinamente inspirada...” (2 Tm 3.16a).

II - Como usar a Bíblia na Igreja.

A primeira parte da Bíblia, a qual começa com o livro de Gênesis e termina com o de Malaquias, chama-se Antigo Testamento ou simplesmente AT. São, ao todo, 39 livros. Estão classificados em 04 grupos:

Pentateuco ou Lei: Gênesis a Deuteronômio (05 Livros)
História: Josué a Ester (12 Livros)
Poesia: Jó a Cantares: (05 Livros)
Profetas Menores: Isaias a Daniel (05 Livros)
Profetas Menores: Oséias a malaquias (12 Livros)
Depois de Malaquias, o último livro do Antigo Testamento, inicia-se o Novo Testamento, conhecido pelas letras iniciais NT e tem 27 livros. Estão cassificados em 04 grupos:
Evangelhos biográficos: Mateus a João (04 Livros)
Historico: Atos (01 Livro)
Epístolas: Romanos a Judas, sendo:
Dirigidas a Igreja: Romanos a II Tessalonissences (09 Epístolas)
Dirigidas a Indivíduos: I Timóteo a Filemom (04 Epístolas)
Dirigida a Hebreus Cristãos: Hebreus (01 Epístola)
Dirigida a Todos Cristãos do Universo: Tiago a Judas (07 Epístolas)
Profecias: Apocalipse ou Revelação (01 Livro)

Você aprendeu que as duas divisões da Bíblia são o Antigo e o Novo Testamento. Juntos, somam 66 livros. Um detalhe interessante, no entanto, é saber que os 66 livros não estão arrumados pela ordem de data em que foram escritos. A preocupação de Deus não foi contar uma história, mas, sim, revelar o seu plano para salvar todos os homens.
Para que o crente encontre facilmente um texto, cada livro da Bíblia é dividido em capítulos e versículos. O número em tamanho grande, no lado esquerdo das palavras impressas, indica o capítulo, e o menor, o versículo. Encontre em sua Bíblia João 3.16. O número 3 é o capítulo e o 16 é o versículo.
Antes do início de cada capítulo, ou de alguns grupos de versículos, você encontra o título do assunto. É bom você saber que os escritores da Bíblia não escreveram os seus livros, separando os assuntos por títulos, capítulos, versículos, e nem usavam a pontuação, como o ponto e vírgula (;) e o ponto final (.). Todos estes recursos foram adotados muitos anos depois, para facilitar a leitura e o estudo da Bíblia..
As Bíblias que estão nas mãos dos crentes, para leitura e estudo, são escritas em diversas versões. As versões são resultantes de atualizações de uma tradução. A tradução significa passar tudo o que foi escrito em um idioma para outro; no caso da Bíblia, passou-se tudo que estava escrito em hebraico e grego para o português. A tradução principal, utilizada no Brasil, é a de João Ferreira de Almeida. Desta tradução, existem as versões que apresentam diferenças, não na mensagem, mas nas palavras. Veja um exemplo: numa versão, você lê, em 1Co 13, “caridade” e, em outra, publicada mais recentemente, “amor”. A questão é que, com o passar do tempo, o vocábulo “caridade” tomou outro sentido, e não é tão forte como o termo “amor”. Por causa das diferentes versões, você escuta as pessoas lerem o mesmo versículo de maneira diferente, quando fazem isso juntas em voz alta na igreja.
Será interessante você logo usar uma versão escrita no português mais recente.
Você deve levar consigo a Bíblia para os cultos e sempre que alguém for fazer uma leitura de um ou mais versículos, procure-os e acompanhe silenciosamente quem está lendo. Logo, você aprenderá a encontrar com facilidade e rapidez os livros, capítulos e versículos anunciados nos cultos.
Você é capaz de encontrar, em sua Bíblia, 1 Rs 9.5-14? Pare um pouco a leitura desta lição e leia este texto.

III - Como usar a Bíblia no dia a dia

Você não deve usar a Bíblia só quando vai aos cultos promovidos por sua igreja. Se limitar o uso dela somente a estes momentos, o seu crescimento espiritual acontecerá lentamente. O desejo de Deus é que você seja um adulto espiritual e não uma criança. Leia 1Co 13.11; 14.20 e Ef 4.15.

1- A leitura.
É claro que você também deseja crescer espiritualmente, através da Bíblia. Para que isto aconteça, o primeiro passo a ser dado é ler a Bíblia.
Conscientize- se de que precisa ler a Bíblia. Todo o dia, você tem de comer algum alimento, para não morrer de fome. Assim também precisa se alimentar da Palavra de Deus. Ninguém permanecerá vivo espiritualmente, se não se alimentar lendo a Bíblia Sagrada. Veja Jr 15.16 e Mt 4.4.
Manuseie a Bíblia todos os dias. Não basta lê-la uma vez ou outra, ou só aqueles textos soltos mais conhecidos, como Salmos 23 e 91, João 3.16 e 1 Coríntios 13. A Bíblia não se resume neles; se você não a examinar diariamente, só vai saber os textos mais falados entre os crentes e jamais provará alimentos mais saborosos!
Além de ler diariamente, você deve tomar a decisão de estudar a Bíblia toda. Já falamos que é na Bíblia que Deus se revela ao homem. Mas a revelação não está completa em um livro só; você conhece um pouco em Gênesis, em outra passagem, e assim vai até o último livro da Bíblia, o Apocalipse, que significa revelação.

2 - A memorização dos versículos.

O segundo passo que você deve dar, para crescer espiritualmente, é memorizar os textos bíblicos.
Quando você memoriza os textos da Bíblia, está guardando, escondendo e fazendo habitar em si a Palavra de Deus. O que está escrito na Bíblia, definitivamente, não foi para ficar só registrado em um livro. A leitura apenas lhe dá condições de se lembrar de 15% do que leu, depois de 24 horas. Mas a memorização permite lembrar 100%.

3 - O estudo.

Outro passo que você deve dar, para crescer espiritualmente, é estudar a Palavra de Deus. Estudar é mais do que ler cuidadosamente. Ler é mais rápido que estudar, mas estudar ajuda a pensar e a lembrar.

Devem acompanhar você no estudo da Bíblia os seguintes materiais:

a) A Bíblia. Se possível, use várias versões existentes em português, para consulta comparativa;

b) Uma concordância Bíblica. Ajuda a localizar palavras, assuntos e suas referências bíblicas, livro por livro da Bíblia;
c) Chave Bíblica. Traz esboços dos livros da Bíblia e também introdução, autores, histórias e datas;

d) Dicionário bíblico. Para a explicação de palavras e assuntos bíblicos;

e) Dicionário de Português. Para saber o significado das palavras pouco conhecidas por você;

f) Manual de temas bíblicos. Traz assuntos para estudo mais aprofundados;

g) Um caderno. Para anotações das observações, correlações, interpretações e aplicações do seu estudo.

4 - O momento de meditação.

O último passo que lhe ajudará a crescer espiritualmente, é Ter um momento de meditação na Palavra de Deus. Leia Sl 1.1-3 e medite:

“Bem aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de água, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará”.

É preciso que você se dedique à meditação diariamente. Selecione um momento específico, escolha um lugar especial a sós com Deus. É bom que tenha um plano de estudo que se constitua de passos bem simples.

A Família e a Escola Bíblica Dominical

A Família e a Escola Bíblica Dominical

Deuteronómio 6:1-25

A Escola Bíblica Dominical é uma oportunidade única de estudar a Bíblia, aplicando-a à vida pessoal e adequando a Palavra de Deus a cada idade. É, por isso, um instrumento de crescimento espiritual para toda a família.

Os filhos precisam de alimento espiritual. Têm de ser ensinados nos caminhos do Senhor e instruídos no carácter de Deus. Precisam de aprender que toda a vida deve estar centrada em Deus. Os pais têm um papel importantíssimo no acompanhamento da vida espiritual dos filhos. Faz parte da responsabilidade dos pais:

1º - Dar o exemplo

O exemplo é um bom meio de comunicação. Quando os pais descuram a igreja e o ensino bíblico, estão a comunicar que não tem grande importância.

Não “peça desculpa” por ser cristão. Não dê a entender que ir à igreja que é um dever para si.. Não mostre o Cristianismo como uma opção, e ainda por cima de pouco interesse, mas algo fundamental para a vida. Não falte. Participe. Estude. Envolva-se.

2ª - Ajudar os filhos

A participação activa dos pais é fundamental, ajudando-os a estudarem a lição, a memorizarem os versículos, a participarem nos concursos, a serem obedientes e a respeitarem os professores e o tempo da EBD como uma coisa importante para a vida deles.

3º - Acompanhar

Pergunte o que é que os seus filhos estudaram, o que é que aprenderam, o que é que gostaram mais… responda a perguntas. Ajude-os, durante a semana, nas leituras da Bíblia, no estudo da lição, na aprendizagem dos versículos e nas tarefas de aplicação bíblica. Ensine os seus filhos a orarem pelo professor da Escola Dominical e a ter amor pela igreja.

4º Valorizar a EBD

Considere a Escola Bíblica Dominical como uma ESCOLA importante para o desenvolvimento espiritual e moral dos seus filhos.. Transmita esse espírito positivo e de valor aos filhos, com entusiasmo e alegria. Assim como transmite a importância do bom empenhamento nos estudos escolares dos seus filhos, do mesmo modo deve valorizar o seu desenvolvimento espiritual e zelo pela aprendizagem dos princípios bíblicos.

5º Não faltar

Por sua culpa, as crianças é que ficam a perder. Não acompanham, não sabem, não ganham prémios, não se habituam ao ambiente, não se introduzem no grupo e por isso não fazem amigos na igreja. Não conhecem a Bíblia, não sabem nada sobre a vontade de Deus para as suas vidas, não têm referências morais e espirituais. Desmotivam-se e depois não querem ir ou participar. Vá com os seus filhos à Escola Bíblica Dominical regularmente.

6º Não chegar tarde

Deus é muito mais importante do que mais meia hora na cama. Habitue-se a chegar a horas, por respeito a Deus e aos seus irmãos em Cristo. Leve o seu filho a horas. De outra maneira, perturba as classes e as crianças perdem o seguimento e o ambiente descontraído das actividades iniciais que normalmente têm como alvo despertar o interesse.

7º Ter atenção e cuidado

O cuidado e a atenção dos pais na preparação para o Domingo é muito importante. Preocupe-se em ajudar a criança a levar a Bíblia, a revista, a oferta e a ter tudo cuidado. O ideal será arranjar ao seu filho uma pasta própria para a EBD tal como tem uma para a escola, onde pode colocar todos os materiais preparados para levar à igreja.

CAIXAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

CAIXAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS




Evangelização e Discipulado com Crianças

Evangelização e Discipulado com Crianças

por

Marilene do Amaral Silva Ferreira



Fazer que as crianças recebam verdadeiramente a Jesus Cristo como Salvador, baseadas em um conhecimento claro da mensagem do evangelho, deve ser a nossa maior preocupação. Jesus disse: “Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque de tais é o reino dos céus” (Mt 19.14).

Ao mesmo tempo, precisamos reconhecer que podemos sutilmente influenciá-las ou mesmo pressioná-las a fazerem “uma decisão” de seguir a Cristo, fundamentadas na tentativa de agradar os homens e não a Deus. A conseqüência disto é séria e, com o tempo, trará mágoas para todos os envolvidos. Por esta razão, após termos ensinado o evangelho à criança, devemos gentil e cuidadosamente deixá-la ciente de que, se desejar conhecer mais sobre a salvação, sempre ficaremos felizes em ajudá-la. Nossa responsabilidade é encorajar as crianças a virem a Jesus, enquanto ainda são crianças. Entretanto, a salvação pertence ao Senhor, e devemos aguardar pacientemente pelo tempo de Deus. Se, porventura, a criança mostrar verdadeiro interesse pelas coisas de Deus, e demonstrar em sua vida, evidências da graça transformadora através da convicção e do arrependimento de pecado, através do amor por Cristo, através de um desejo de viver para agradar a Deus e da vontade de seguir fielmente a Cristo apesar do preço, então alegre-se! Essa criança provavelmente foi salva.

Se isto for verdade, como nova criatura, essa criança será capacitada pelo Espírito Santo a viver de modo que dê mais prazer a Deus. Encoraje-a e ore com ela para que Deus a faça crescer na fé, no amor, no entendimento e na santidade e na obediência à vontade dele revelada na Bíblia. [1]

Partindo destes pressupostos, podemos considerar alguns aspectos importantes do evangelismo e discipulado infantil.


Como podemos definir CONVERSÃO? [2]

1. A regeneração definida: Segundo Louis Berkhof, a “regeneração é o ato de Deus pelo qual o princípio da nova vida é implantado no homem, e a disposição dominante da alma é tornada santa, e o primeiro exercício santo desta nova disposição é assegurado”. A linguagem da regeneração reflete as idéias de “nascimento” (Jo 1.13; Tg 1.8), e “criação” (2Co 5.17). O ator, na regeneração, é Deus. É um evento que é passivo da parte do homem.

Como acontece a regeneração? A regeneração é uma operação divina no coração morto. É uma mudança radical da natureza da pessoa, um fato que é evidente por causa da linguagem usada para distinguir entre a pessoa antes da conversão: “Espiritualmente morto” (Ef 2.1), cego, ignorante, de coração duro (Ef 4.18), escravo do pecado (Jo 8.34, Rm 6.17,19), no poder das trevas (Cl 1.13), incapaz de entender as coisas espirituais (1Co 2.14), incapaz de mudar-se a si mesmo (Jr 13.23) e impuro (Tt 1.15). Os regenerados são caracterizados por serem o contrário dessa descrição dos perdidos. Sendo uma operação de Deus, a regeneração não é resultado do desempenho da vontade humana (Jo 1.13).

O contexto da regeneração: Deus prepara as pessoas para serem convertidas. Deus escolheu a pregação da Palavra como o meio através do qual ele salva pecadores (1Co 1.21). É necessário que os perdidos ouçam o evangelho para que possam receber a Cristo e serem salvos (Rm 10.9-11). A pregação é a vocação, ou chamada, externa que deve ser publicada para todas as pessoas. Antes da regeneração, sob a influência da pregação, a pessoa recebe a chamada de Deus (Jo 6.44). Essa é uma chamada interna, o toque do Espírito Santo no coração do pecador. É a aplicação da Palavra pregada na alma da pessoa. O Espírito Santo convence o pecador do pecado (Jo 16.8) e o regenera, produzindo a fé em Jesus (a conversão).

2. A conversão é uma experiência humana, e, também, um evento espiritual. Mas é distinta da regeneração porque a pessoa tem um papel ativo na conversão. J. P. Boyce, o fundador do Seminário Batista do Sul nos Estados Unidos, definiu a conversão com os seguintes elementos: 1) Não é apenas uma reforma exterior. 2) É quando o coração se volta para Deus em santidade. A conversão é uma virada dos pensamentos, desejos e emoções do coração de cobiças e prazeres carnais e pecaminosos para coisas santas, do poder de Satanás para Deus. A conversão, então, consiste em:

• Conhecimento do Deus verdadeiro e a aceitação dele como tal.
• Conhecimento do pecado pessoal, da culpa e da condenação.
• Tristeza do pecado e um desejo de fugir da condenação.
• Determinação de abandonar o pecado e buscar a Deus.
• Convicção da necessidade pessoal de ajuda para cumprir isso.
• Conhecimento de Cristo como o Salvador dos nossos pecados.
• Confiança pessoal em Cristo e na sua salvação.

A conversão é representada pelas palavras epistrepho e metanoia, que funcionam para descrever uma meia-volta no pensamento e no viver. Epistrepho (conversão) “inclui uma mudança de senhores”. A pessoa que estava sob o senhorio de Satanás, começa a viver sob o senhorio de Cristo (Ef 2.1). É uma virada da vontade humana para Deus. Metanoia é usada no NT para significar “dar uma meia-volta”, não só nos pensamentos, mas em todos os aspectos da vida. A conversão é uma mudança total nas inclinações e na direção da vida. [3]

3. A conversão, então, inclui tanto o arrependimento como a fé. Sobre o verdadeiro arrependimento (que não deve ser confundido com remorso: 2Co 7.10), podemos destacar as seguintes características:

• Percepção da santidade de Deus e quão horrível o pecado é.
• Tristeza e um sentido de ficar revoltado consigo mesmo.
• Desejo de fugir do pecado em si, e não apenas da penalidade do pecado.
• Virada para Deus com uma atitude de dependência total para ser liberto do pecado.
• Remorso pelos pecados passados e uma determinação de viver para Deus
• O resultado é uma vida mudada.

O significado da palavra fé é basicamente “crer” e “confiar”. A fé tem pelo menos três elementos, indicados por três palavras latinas:

Notitia quer dizer o conhecimento intelectual dos fatos. A fé bíblica é sempre a crença em proposições racionais. Não existe fé sem a parte intelectual. Por outro lado, o que é irracional, não pode, propriamente, ser objeto da fé bíblica. Em tempo algum, a Bíblia exige que creiamos em algo irracional. Para crer em Cristo e ser salva, a pessoa tem que conhecer pelo menos alguma informação sobre o evangelho.

Assensus é a convicção de que os fatos ou proposições que compõem o evangelho são verdadeiros. Além de conhecer os fatos que a Bíblia ensina sobre o plano da salvação, o pecador precisa concordar que esses fatos correspondem à realidade.

Fiducia é a confiança que leva a pessoa a colocar a sua vida nas mãos de Deus. Isso quer dizer que a pessoa assume um compromisso com o evangelho e com Cristo. Para ser crente verdadeiro, a pessoa tem que deixar de depender de si, e confiar totalmente em Deus para ser salva.

John Murray afirmou: “A fé é auto-denúncia; as obras são auto-congratulató rias.” A fé pode ser comparada com um enfermo tomando remédio que o médico receitou, ou como um mendigo que estende suas mãos para receber uma oferta. A fé não é o fundamento da salvação, mas o meio de recebê-la (Rm 3.25,28,30). A fé é vista como o meio pelos quais Cristo e Sua justiça são imputados. Se a fé fosse a base da justificação, a fé seria, com efeito, uma obra meritória; e a mensagem do Evangelho seria, depois de tudo, meramente uma nova versão da justificação pelas obras, doutrina considerada irreconciliável com a graça (Rm 4.4; 11.6; Gl 4.21-5.12).


Algumas questões para reflexão:

1) Como a criança entende o pecado?

Para a criança:

Primeiro, pecado é tudo que é proibido.
• Depois, ela entende que imoral é todo comportamento que magoa os outros.
• Finalmente, ela entende que pecado é o que ofende a Deus, por causa dos motivos que são errados.(A consciência de escolha desenvolve, quando a criança começa a raciocinar - “por que fiz aquilo?” Ela escolhe o errado conscientemente. )

2) Como saber se a criança já está pronta para entender o plano de salvação?
• Conhecendo e convivendo com a criança! É preciso estar constantemente com a criança, conhecendo seu desenvolvimento e características próprias.

3) Quais são os resultados de uma decisão “forçada”?
• Dúvidas
• Decisões repetidas
• Pensamento de que é convertida quando não é, está apenas convencida.
• Dispensa da atuação do Espírito Santo
• Natimorto (espiritual)

4) Por que as crianças fazem decisões repetidas?
• Desejo de repetir uma experiência agradável.
• Desejo de agradar os outros.
• Foi persuadida ou convencida, mas sem a atuação do Espírito Santo.
• Não entende a permanência da salvação.
• O problema da culpa e pecado.

5) Como ajudar os pais que estão preocupados com a salvação de seus filhos?
• Ofereça literatura adequada (veja as sugestões bibliográficas) .
• Esclareça alguns pontos duvidosos:

1. Batismo é somente um símbolo, que não salva ninguém.
2. Para ser um crente, a criança tem que receber Jesus como Salvador e Senhor de sua vida. Não basta dizer frases como:

Eu amo Jesus.
Quero ser batizado.
Quero tomar a Ceia do Senhor.
Não quero ir para o inferno.
Preciso ser perdoado.
Deus me ama.
Quero ir para o céu.

3. A criança pode ter uma vida religiosa e experiências religiosas, antes de ser um cristão verdadeiro, antes de receber a salvação.
4. Crianças são capazes de usar uma linguagem religiosa (“evangeliquês” ) e fazer muitas perguntas sobre a salvação, sem entender ou ter interesse em ser salvo.

• Oriente para que reconheçam os sinais de que as crianças estão sob convicção:
1. Fazendo perguntas: Sou um crente? Por que as pessoas são batizadas? Tenho pecados? Posso dar meu coração a Jesus? O que acontecerá comigo depois que eu morrer? Por que Jesus morreu? O que é pecado? etc.
2. Mudando subitamente seu comportamento.
3. Sentindo muito medo.
4. Demonstrando um interesse intenso pela Bíblia e coisas religiosas.

• Explique o quanto é importante respeitar as capacidades individuais da criança.

Algumas sugestões para o evangelismo infantil:

1) Quando evangelizando:
• NÃO tente ser Deus - é o Espírito Santo quem convence as pessoas do pecado.
• NÃO ofereça brindes ou prêmios.
• NÃO enfatize o medo ou o inferno.
• NÃO pressione o grupo.
• NÃO insista em que a criança faça uma oração repetida ou memorizada.
• NÃO manipule as crianças com perguntas que sugerem uma determinada resposta: Quer aceitar a Jesus? Você quer ir para o inferno? Você vai confessar Jesus como seu Salvador?

2) Quando evangelizando:
• Tenha um relacionamento íntimo com as crianças.
• Incentive as crianças a expressarem seus pensamentos, dúvidas e decisões em suas próprias palavras. Algumas perguntas que podem ser feitas: Há quanto tempo está pensando sobre este assunto? O que entende sobre a salvação? Por que quer ser salvo? O que Jesus quer que você faça agora? Como vai explicar aos seus amigos o que aconteceu hoje?
• Apresente o plano de salvação, usando a Bíblia na Linguagem de Hoje, pois tem um vocabulário mais acessível às crianças.
• Esclareça conceitos, corrigindo idéias erradas.
• Incentive a criança a falar com Jesus pessoalmente, usando suas próprias palavras.
• Continue a trabalhar com a criança depois de sua decisão por Cristo.
• Não fale: “Você está salva agora!”. Deixe a criança confirmar por conta própria o que aconteceu com ela.

3) Depois que a criança receber a salvação:
• Converse com os pais.
• Verifique se a criança tem uma Bíblia e se sabe usá-la.
• Arrole a criança em uma classe de discipulado, de preferência ao nível de entendimento dela.
• Ore constantemente pela criança.
• Providencie um “orientador” espiritual para a criança.
• Providencie material para ser usado em casa, com o objetivo de ajudá-la no início da vida cristã.

Preparando uma mensagem para crianças [4]

1. Lembre-se que você está falando com crianças! Use um vocabulário apropriado. Todas as idéias devem ser bem concretas, evitando simbolismo absoluto. As crianças precisam ouvir o evangelho também. Elas precisam de uma mensagem clara, breve, concreta e viva! Não fale muito. O ideal é falar de 5 a 7 minutos. Você terá que planejar bem cada palavra.

2. Evite o uso de lendas, contos de fada e até o uso constante de histórias morais. É melhor usar mensagens bíblicas. Como você se sentiria se o pastor somente pregasse usando ilustrações e nunca a Bíblia?

3. Planeje bem como pode iniciar a mensagem, porque assim vai conseguir (ou não) a atenção das crianças. A criança precisa de ajuda para ligar a idéia central da história com sua vida. Para iniciar a mensagem, você pode usar um objeto, um recurso visual, uma pergunta, uma experiência, etc. Se usar um recurso visual, deve ser visível para todos. Não adianta nada usar algo tão pequenino que ninguém pode enxergá-lo. Se usar um objeto, deve ser algo concreto (como uma Bíblia, quando está falando sobre a importância da leitura dela). Nunca use um objeto para simbolizar um conceito (por exemplo, usar um espelho para mostrar que refletimos o amor de Deus). Evite usar coisas extravagantes que vão desviar a atenção da criança pelo resto da mensagem (por exemplo, um cachorrinho que permanece na sala).

4. Depois que iniciar a mensagem, de um modo ou de outro, tente relacionar estas coisas ao mundo da criança. Faça a criança pensar sobre o assunto em relação à vida dela. Cuidado para não moralizar ou falar com um ar superior! Há uma grande diferença entre esta atitude e a idéia de entrar no mundo da criança!

5. A mensagem deve ter um tema central. Não é certo escolher uma história para contar e depois tentar achar “a moral” da história. Deve determinar seu tema e escolher um texto que ilustre o conceito! Nem sempre é necessário contar uma história.

6. Use gestos, linguagem viva, pausas, diálogo, uma voz variada, expressões faciais etc., para fazer a mensagem viver.

7. Use uma variedade de métodos: Pantomima, monólogo, drama, fantoches, entrevistas, ilustrações etc. Mas evite simplesmente alegrar as crianças.


Dez estilos de sermões para crianças [5]

Uma vez que alguém já ouviu as palavras de Jesus “Deixai vir a mim os pequeninos” e já viu os rostos das crianças e a resposta da congregação durante uma mensagem para as crianças, o valor da pregação para os pequeninos é óbvio. Ainda assim, a pregação para as crianças é uma matéria negligenciada nos seminários. Sentimos, por instinto, que a arte de falar com as crianças é diferente da pregação para os adultos. Temos razão, mas ficamos perdidos depois desta conclusão. Quero oferecer algumas sugestões práticas.

Todos sabem que as crianças aprendem de maneiras diferentes dos adultos. Um dia no pré-escolar é diferente de um dia na faculdade. Quando falamos com as crianças é necessário usar os tipos de técnicas de ensino que aproveitam seu estilo de aprendizagem. Por exemplo, as crianças têm a tendência de pensar mais concretamente que os adultos, e por isso muitos tentam pregar para elas usando objetos (apesar do fato de que muitas mensagens assim são abstratas demais para as crianças).

Eu creio, infelizmente, que a maior parte das mensagens para as crianças está viciada no uso de lições com objetos. Nós, que pregamos para os adultos, sabemos que há uma variedade de estilos de pregação para adultos: tópicos, exposição, três pontos, doutrinas, histórias, monólogos, etc. Nós variamos e misturamos nossa apresentação para manter o interesse. Este mesmo princípio se aplica aos sermões para as crianças, apenas usando outros métodos de acordo com o estilo de aprendizagem das crianças. Segue uma descrição de dez estilos de sermões para as crianças que podemos usar.

1) Lição com objetos: Não é o único estilo, mas é um estilo. É quando usamos um objeto comum para ensinar um princípio espiritual. Jesus usou este método. Ele falou sobre cobras, flores, passarinhos etc. Relacionado a este método está o uso de uma atividade para ilustrar um ponto (por exemplo, ensinar a confiar em alguém através da atividade de andar de olhos vendados).

2) História da Bíblia: É possível tentar ser tão criativo que esquecemos o fato de que a própria Bíblia tem muitas histórias interessantes sobre a nossa fé, e que as crianças precisam e gostam de ouvir estas histórias. De vez em quando, eu levo várias gravuras e deixo uma criança escolher a história que será contada.

3) Fantoches: Experimente! É fácil usar fantoches caseiros, aproveitando os jovens e/ou adolescentes para ajudar na manipulação deles. Você mesmo pode criar as peças, ou pedir aos jovens para fazerem a peça. Duas pessoas segurando um lençol formam um teatrinho.

4) Flanelógrafo: Pode comprar figuras para flanelógrafo já prontas, ou colar lixa ou feltro ou papel camurça no verso de qualquer figura. Você pode contar uma história, ilustrar uma mensagem, explicar um conceito. Quase qualquer assunto pode ser ensinado com o flanelógrafo.

5) Música: As crianças gostam de cantar, e os adultos gostam de ouvir. Use uma seleção de cânticos ou hinos, para ensinar um conceito ou ilustrar uma idéia.

6) Explicação dos símbolos da igreja: A igreja está cheia de símbolos que as crianças não entendem. Leve as crianças até o batistério e explique como ele é usado. Mostre a mesa para a ceia e dê uma explicação do seu uso. Aproveite os símbolos e objetos que estão no santuário.

7) Drama: As crianças podem participar da mensagem, enquanto você narra. Uma vez contamos a história de Jesus acalmando a tempestade. Escolhi várias crianças para serem os discípulos. Uma outra era Jesus. Enquanto eu descrevi o que estava acontecendo, as crianças dramatizaram as ações. Os resultados são imprevisíveis, mas também inesquecíveis.

8) Atividades/diá logos: Nestas mensagens, as crianças são incentivadas a pensar e a responder. Jesus usou este método. Lembra quando ele contou a história do Bom Samaritano? Depois ele perguntou: “Quem era o próximo?”

9) Trilha sonora: Estas mensagens são divertidas, mas barulhentas. Você conta a história, e as crianças, ou vários grupos, fazem o som apropriado para acompanhar a narração da história.

10) Celebrações especiais: Este tipo envolve as crianças nos dias especiais na vida da igreja. Por exemplo, para o dia de Pentecostes, pode providenciar um bolo de aniversário e deixe as crianças cantarem “Parabéns para a Igreja”..


O Evangelho para crianças [6]

O livro que tem o nome acima apresenta de maneira simples o evangelho de Jesus Cristo para crianças de qualquer idade. O livro consiste em seis capítulos, onde há várias declarações doutrinárias concernentes ao assunto daquele capítulo (que serão apresentadas a seguir), além de outras suplementares, mencionadas abaixo de cada declaração doutrinária, todas acompanhadas de base bíblica.

1) Deus

• Ninguém é tão grande como Deus.
• Deus criou todas as coisas
• Deus controla todas as coisas a cada dia.
• Deus criou cada um de nós.
• Nós pertencemos a Deus.
• Visto que fomos criados por Deus, ele nos manda obedecê-lo.
• Ele nos manda adorá-lo.
• Ele nos manda servi-lo.
• Ele nos manda glorificá-lo.

2) A Bíblia

• A Bíblia é o meio pelo qual Deus fala conosco.
• A Bíblia diz como o homem se rebelou contra Deus e como ele enviou seu Filho para salvar pecadores perdidos.
• A Bíblia é o verdadeiro guia para o céu.
• A Bíblia nos ensina como viver para agradar a Deus.

3) O Pecado

• Pecado é viver para agradar a si mesmo e não a Deus.
• Deus fica irado quando não fazemos tudo o que ele nos manda.
• Todos pecaram e não podem satisfazer as exigências de Deus para entrar no céu.
• Deus é um juiz justo e severo.
• O castigo de Deus para o nosso pecado é a morte e o sofrimento eterno no inferno.
• Somos incapazes de pagar a Deus por nossos pecados.
• A boa notícia é que Deus nos oferece um caminho para sermos salvos.
• Se aceitarmos a sua oferta iremos para o céu um dia.

4) Jesus

• Jesus é o amado Filho de Deus.
• Jesus veio ao mundo para morrer pelos pecadores e salvá-los do inferno.
• Jesus foi homem como nós.
• Embora tenha sido tentado como nós, ele nunca pecou.
• Jesus espontaneamente tomou sobre si o castigo que merecíamos pelos nossos pecados.
• Toda ira e castigo que Deus tinha para os pecados daqueles que crêem foi lançado sobre Jesus.
• Jesus ressuscitou dos mortos.
• Jesus subiu ao céu.
• Jesus voltará em breve.

5) Arrependimento e Fé

• O perdão que Deus nos oferece é recebido por meio de arrependimento e fé.
• Arrependimento significa virar as costas para a nossa vida egoísta e pecaminosa.
• Fé significa crer e descansar somente no Senhor Jesus Cristo.
• Temos de aprender a colocar toda a nossa confiança em Jesus.

6) Considerando o preço

• Antes de seguirmos a Jesus devemos considerar o preço.
• Seremos perseguidos.
• Aqueles que seguirem a Jesus terão uma vida abundante e feliz neste mundo e desfrutarão as indescritíveis maravilhas do céu, na vida futura.


Como podemos discipular as crianças?

É necessário que nós preparemos as crianças para a vida cristã.[7] O discipulado não é um processo imediato, instantâneo. Ele exige dedicação, exige tempo. E, para isto, nós precisamos de alvos muito claros em nossa tarefa. Nós não podemos realizar alguma coisa se não sabemos o queremos realizar. Podemos destacar alguns alvos amplos nesta área:

1) Ensinar o conhecimento geral da Bíblia. Precisamos treinar as crianças a terem um conhecimento geral das Escrituras, tal como, saber os livros da Bíblia na ordem em que eles se encontram; ser capazes de encontrar os textos principais das Escrituras, como o Salmo do Bom Pastor, o relato da criação e do dilúvio, a chamada de Abraão e de José, os dez mandamentos, as bênçãos e as maldições da aliança, a passagem de Isaías sobre o Servo sofredor, algumas profecias do Velho Testamento sobre o Senhor Jesus Cristo, onde encontrar as bem-aventuranç as, onde se encontra o relato sobre a igreja primitiva, onde está o relato de Jesus falando com Nicodemos, ou onde encontrar o fruto do Espírito, e o capítulo do amor, e ainda as qualificações para os oficiais da igreja, e ainda passagens que descrevem o corpo de Cristo. Isto pode ser parte do culto familiar e/ou do currículo da igreja.

2) Ensinar as doutrinas básicas às nossas crianças, através de perguntas e respostas (catecismo). É interessante notar que Dt 6.20-25 destaca este método de ensino.

3) Ensinar as crianças a lidarem com a vida de forma bíblica. Precisamos ensiná-las a se portar corretamente diante das ofensas e como responder às dificuldades da vida com uma perspectiva bíblica. Quando um filho chega em casa chorando porque alguém o machucou, o pai tem a oportunidade de, nessa hora, instruir a sua criança a não pecar nessas circunstâncias. É muito mais necessário a criança aprender a lidar com as ofensas sofridas do que o pai ir resolver essas questões. Precisamos ensiná-las passagens como Rm 12, onde elas aprenderão como retornar o bem pelo mal sofrido. Também Lc 6, que nos diz para abençoarmos aqueles que nos amaldiçoam.

4) Treinar o caráter de nossas crianças. O caráter delas precisa ser dirigido para dentro da linha do Senhor. Precisamos ensiná-las a temer ao Senhor, a serem humildes, a possuírem integridade e diligência, gratidão e lealdade, disciplina e sabedoria, discernimento e atenção, pureza e mansidão. Essas coisas não fazem parte da nossa cultura, e por isso nós precisamos ensiná-las.

5) Ensinar às crianças um desenvolvimento social geral. O versículo de Lc 2.52 nos diz que Jesus cresceu em sabedoria e graça diante de Deus e dos homens. Ele deve ter se conduzido de tal maneira que as pessoas da sua cultura o respeitaram. Por isso, nossas crianças precisam aprender a se comportar e lidar de forma respeitável nos mais diversos tipos de relacionamentos. Precisamos ensiná-las em todas as questões e tentações que dizem respeito a amizades. Há algumas tentações que têm a ver com as autoridades, outras com os professores, com os demais membros da família, e também com toda a sociedade. E elas precisam aprender a se comportar convenientemente em cada caso.

6) Treinar as crianças nas questões acadêmicas. Mesmo estando distantes desta área da vida das crianças, nós precisamos ajudá-las de forma que elas estejam aprendendo a olhar o mundo sob o prisma de Deus. Há uma passagem muito interessante em 1Rs 4..29-34 que nos diz que Salomão era mais sábio que todos de sua época, possuindo sabedoria sob o prisma divino em todas as questões. Assim também, devemos ensinar as crianças a aprender todas as questões sob este prisma.

7) Ensinar as crianças a terem uma visão bíblica sobre possessões. Elas precisam ver as posses da família como dádivas de Deus e como ferramentas. Precisam ver as pessoas como sendo mais importantes do que aquilo que possuem. Em 1Tm 5 diz que nós não devemos confiar nas riquezas e que devemos ser ricos em boas ações.

8) Ensinar o valor do tempo para as crianças. Ef 5 nos chama para remir o tempo porque os dias são maus. E isso não é apenas para os adultos, mas também para as crianças. Daí termos de ensiná-las a serem responsáveis pelo seu tempo. Elas precisam de tempo para brincar, mas precisam entender que a vida é curta, e que há oportunidades que exigem o uso sábio do tempo.

9) Ensinar as crianças a desenvolver projetos que estejam relacionados com o interesse delas. Precisamos ajudá-las a encontrar bons livros para serem lidos, a fazer boas coisas com o seu tempo. Precisamos ensiná-las a ter resistência e perseverança, mesmo quando elas perdem o interesse na tarefa, principalmente quando se tratar de tarefas longas e que precisam da ajuda dos adultos.

10) Ensinar as crianças a controlarem as suas emoções. Nós precisamos ensiná-las a ser pessoas que vivam baseadas nas verdades bíblicas e não nas suas emoções e nos seus sentimentos, a encontrarem as suas verdades na Palavra de Deus. Elas precisam aprender a entender os seus sentimentos, e a serem guiadas pelos caminhos bíblicos. Nós precisamos ensiná-las a viver de acordo com aquilo que é justo e reto.


“Quando um nenê morre, ou é abortado, para onde vai sua alma?”
[8]

A maneira como esta pergunta foi feita indica uma certa ambigüidade a respeito do relacionamento entre aborto e morte. Se a vida começa na concepção, então aborto é um tipo de morte. Se a vida não começa senão com o nascimento, então, obviamente, o aborto não envolve morte. A visão clássica do assunto é que a vida começa com a concepção. Se isto é certo, então a questão da morte da criança ou da morte pré-natal envolve a mesma resposta.

A qualquer hora que um ser humano morre antes de alcançar a idade da responsabilidade (que varia de acordo com a capacidade mental), precisamos confiar em provisões especiais da misericórdia de Deus. A maioria das igrejas que existe tal provisão especial da misericórdia de Deus. Esta posição não envolve a suposição que as crianças são inocentes. Davi declara que ele nasceu em pecado e foi concebido em pecado. Com isto ele estava se referindo obviamente à noção bíblica de pecado original. Pecado original não se refere ao primeiro pecado de Adão e Eva, mas ao resultado daquela transgressão inicial.

Pecado original refere-se à condição de decaídos que afeta todo ser humano. Nós não somos pecadores porque pecamos, mas pecamos porque somos pecadores. Isto é, nós pecamos porque nascemos com uma natureza pecaminosa.

Embora os infantes não sejam culpados de um pecado real, estão manchados com o pecado original. Por isso, insistimos em que a salvação das crianças depende não de sua suposta inocência, mas da graça de Deus.

Minha igreja em particular crê que os filhos de crentes, que morrem na infância, vão para o céu pela graça especial de Deus. O que acontece aos filhos dos não-crentes é deixado na esfera do mistério. Talvez haja uma provisão especial da graça de Deus para eles também. Certamente esperamos que sim.

Embora tenhamos esperança nessa graça, há pouco ensino bíblico específico sobre a matéria. As palavras de Jesus: “Deixai vir a mim os pequeninos porque dos tais é o Reino dos céus” (Mt 19.14), nos dão algum consolo, mas não oferece uma promessa categórica da salvação das crianças.

Quando o filho de Davi e Bate-Seba foi levado por Deus, Davi lamentou: “Vivendo ainda a criança jejuei e chorei porque dizia: Quem sabe se o Senhor se compadecerá de mim, e continuará viva a criança? Porém, agora que é morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim” (2Sm 12.22-23).

Aqui Davi declara sua confiança de que “eu irei a ela”. É uma referência levemente velada à sua esperança de reunir-se com seu filho no futuro. Esta esperança de uma reunião futura é a esperança gloriosa de todos os pais que perderam seus filhos. É a esperança reforçada pelo ensino do Novo Testamento sobre a ressurreição.


NOTAS:

[1] John B. Leuzarder, O Evangelho para Crianças. São José dos Campos: Ed. Fiel, 1998.. p. 27. Ver também Dennis Gundersen, Pode uma criança ser salva? São José dos Campos: Ed. Fiel, 1997. 64 p.


Culto Infantil

Adoração é a veneração e culto que rendemos ao Senhor, quando reconhecemos sua grandeza. Uma parte fundamental da adoração é a submissão de nossa consciência à sua lei. João Calvino.

O culto infantil é uma atividade de adoração realizada com as crianças menores de 7 anos, presentes nos cultos dominicais da IPCG.

Missão do culto infantil

Glorificar a Deus ensinando as crianças a adorá-lo

Visão do culto infantil

Crianças que adorem a Deus de forma bíblica, autêntica, fervorosa e transformadora.

Atribuições do culto infantil

  • Preparar e conduzir dominicalmente um culto para crianças de até seis anos, semelhante ao culto dos adultos, com adaptações pertinentes de lingüagem e forma.
  • Ensinar as crianças sobre a importância da adoração dominical.
  • Ensinar as crianças a aproximarem- se de Deus através da oração e dos cânticos, e a ouvirem a voz do Senhor na pregação, respondendo com amor, gratidão e obediência.
  • Ensinar as crianças como devem desfrutar e se comportar no culto dominical.
  • Auxiliar as crianças a compreender e desfrutar de cada uma das partes da liturgia.
  • Estimular as crianças a convidar outras pessoas para o culto.
  • Prestar ao Conselho, relatório anual de suas atividades.

Informações úteis sobre o culto infantil

Durante os cultos dominicais, os adultos ouvem com tranqüilidade a pregação da Escritura, enquanto as crianças de até seis anos são edificadas com mensagens bíblicas, atividades pedagógicas e louvor, tudo feito com carinho, respeito, reverência e alegria. No culto infantil, os pequeninos aprendem sobre Deus, a Bíblia e liturgia, preparando-se para integrar-se, futuramente, ao corpo de adoradores adultos.

O culto infantil ocorre nos domingos à noite, com exceção do primeiro. No culto de ceia do Senhor, as crianças participam com os adultos, colocando em prática aquilo que aprenderam nos outros domingos.

A equipe do culto infantil trabalha considerando os seguintes aspectos:

  • O culto infantil tem por objetivo não apenas dar aos adultos um momento tranqüilo para ouvirem as pregações, mas ensinar as crianças sobre a importância do culto e oferecer-lhes um espaço de adoração com o qual elas se identifiquem.
  • O culto infantil, que tem a mesma importância do culto dos adultos, é realizado com reverência e seguindo o mesmo padrão litúrgico.
  • O culto infantil é diferente da escola dominical, por enfatizar a prática da adoração litúrgica bíblica.
  • Assim como no culto dos adultos, a pregação, estruturada em linguagem acessível, é o elemento central do culto infantil.

"O que é a Escola Dominica

ESCOLA DOMINICAL

"O que é a Escola Dominical"
Pr. Valmir Galvão de Alencar

O termo "Escola Dominical" foi primeiramente usado pelo jornalista evangélico Robert Raikes, na Inglaterra, a partir de 1780, quando começou a oferecer instrução rudimentar para crianças pobres em seu único dia livre da semana: domingo, pela manhã e à tarde, pois a maioria mesmo tendo pouca idade já trabalhava durante a semana. A Escola Dominical nasceu para servir como o ensino público gratuito, orientado pelos princípios da educação-cristã , vindo posteriormente o governo britânico e de outros países a oferecer o sistema de educação pública e a se responsabilizar oficialmente por ele. O movimento iniciado por Raikes é considerado o precursor desse sistema.

Portanto, a Escola Dominical do nosso tempo náo é o mesmo do britânico inicial, mas o tipo de escola que surgiu na América do Norte muito tempo depois oferecendo um conteúdo curricular bíblico não mais objetivando prioritariamente a aprendizagem da leitura e da escrita de seus alunos e sim o conhecimento bíblico, a edificação espiritual, o discipulado e a integração e a evangelização.

Por isso, a Escola Dominical é o momento especial da semana para que todos que pertencem a uma igreja local (crianças, adolescentes, jovens, adultos, incluindo os novos convertidos) , primeiramente, se reúnam para estudar a Palavra de Deus de forma pedagógica e metódica, e também promovam a comunhão, o discipulado e a integração de novos crentes e a evangelização, cooperando para o cumprimento da Grande Comissão de Jesus registrada em Mateus 28.18-20.


"A história da Escola Dominical no Brasil"
Pr. Valmir Galvão de Alencar

Os missionários escoceses Robert e Sara Kalley são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.
Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855,no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana. Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio. Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

OLHANDO PARA O ESPELHO

OLHANDO PARA O ESPELHO




"Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco" (1 Tessalonicenses 5:18).
Uma família se sentou à mesa